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Controle de oxigênio hospitalar: seu hospital sabe quanto realmente foi consumido?

Profissional de terno segurando um tablet com tela de software de monitoramento remoto para gestão de saúde.

Controle de oxigênio hospitalar: seu hospital sabe quanto realmente foi consumido?

O oxigênio medicinal é um item presente todos os dias na rotina de muitos hospitais. O que nem sempre é tão simples é acompanhar com precisão quanto foi utilizado durante cada atendimento.

Essa diferença importa.

Quando a medição não é precisa ou depende de controles manuais, o hospital pode ter mais dificuldade para acompanhar o consumo, identificar desperdícios e conferir as informações utilizadas no fechamento das contas.

Foi para ajudar nesse controle que a Salvus desenvolveu o ATAS O₂, solução de monitoramento da oxigenoterapia que agora também passa a fazer parte das tecnologias apresentadas pela SisHOSP aos seus clientes.

Do consumo ao relatório

O ATAS O₂ utiliza dispositivos que medem pressão e fluxo de oxigênio. As informações são enviadas para a plataforma da Salvus, onde podem ser acompanhadas remotamente e consultadas por meio de relatórios.

Com isso, o hospital passa a ter um histórico mais detalhado da utilização do oxigênio, inclusive com informações relacionadas ao período de uso, fluxo e consumo.

Esse tipo de dado pode ser útil não apenas para a assistência, mas também para áreas como auditoria, faturamento e gestão.

Onde está o ganho para o hospital?

Um dos principais problemas dos fluxômetros analógicos está na precisão da medição.

Segundo os dados apresentados pela Salvus, enquanto o ATAS O₂ apresenta taxa média de erro de ±450 mL/min, a taxa informada para o modelo analógico é de 4,4 L/min.

Quando essa diferença é multiplicada pelo número de pacientes e pelo tempo de utilização, o impacto deixa de ser pequeno.

Nos resultados apresentados pela empresa, o uso da tecnologia esteve associado a:

até 40% de aumento no faturamento de oxigênio medicinal;

até 20% de redução no consumo de O₂;

43% menos ajustes no fechamento das contas;

economia média de 334 horas de trabalho por mês.

Para o gestor, isso significa ter uma informação que antes poderia depender de estimativas ou conferências posteriores disponível de maneira muito mais organizada.

Monitoramento sem criar mais uma tarefa para a equipe

Outro ponto interessante está na forma como as informações chegam ao hospital.

Os dispositivos possuem conectividade própria e enviam os dados para processamento em nuvem. A equipe pode acompanhar essas informações pelo sistema web e emitir relatórios de consumo.

A solução também prevê integração com o sistema utilizado pelo hospital, permitindo que esses dados façam parte do fluxo de informação da instituição.

Ou seja, não se trata apenas de trocar um fluxômetro por outro.

A proposta é melhorar a qualidade da informação que chega à gestão.

E quanto o seu hospital está consumindo hoje?

Essa talvez seja uma boa pergunta para começar a análise.

Não apenas quanto o hospital compra de oxigênio por mês, mas quanto está efetivamente sendo utilizado nos atendimentos e quais informações estão disponíveis depois para conferência.

Quanto melhor for esse controle, maiores são as condições de identificar desperdícios, revisar processos e dar mais segurança às áreas responsáveis pela auditoria e pelo faturamento.

A SisHOSP passa a oferecer o ATAS O₂, da Salvus, como mais uma tecnologia para hospitais que buscam melhorar seus processos de gestão e utilizar dados mais precisos na tomada de decisão.

Quer saber como o ATAS O₂ pode ser aplicado no seu hospital?

Converse com a equipe SisHOSP.